Goma bicromatada – no limiar da resistência

Faz duas semanas que estamos produzindo gomas no Sesc Pompéia. Quando chegamos nesta etapa digo que é quando a relação com os processos alternativos muda, porque incrivelmente aqueles que se dão bem com o cianótipo e van dyke por exemplo não curtem muito a goma, e aqueles que não tiveram bons resultados com as outras técnicas, conseguem fazer uma goma bonita. Não é uma regra, varia de acordo com cada um. Tem aqueles que se dão bem com qualquer tipo de químico.

Não é como a fotografia preto e branco, existem muitas variáveis extras, como qual o papel que utilizamos, o negativo que fazemos, a fonte  de luz, às vezes até o espaço onde trabalhamos influi. Se há muita umidade ou é muito quente, pois papel absorve umidade, alguns químicos também.

Com a goma entra uma diferença que é esticar a goma, para ficar mais uniforme. E a maioria das vezes o erro é na quantidade de pigmento também. Eu sei porque eu tive todas as dificuldades possíveis. E no final acabo conseguindo analisar o que dá errado justamente por isso, senão eu não saberia consertar.

Hoje faremos a goma mais uma vez e o vandyke. Só no final do semestre lembro de colocar alguns resultados aqui.

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