Van Dyke vai pra Campinas

 

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van dyke, nu 2017

 

Amanhã começa um curso de fim de semana no Sesc Campinas, sábado e domingo das 11h às 18h – com uma pausa para almoço.

Para o festA!  estarei no Sesc São Caetano na sexta feira dia 10 de março e dia 11 e 12 no Sesc Belenzinho, com cianotipia e antotipia respectivamente.

E dia 18 de março tem cianotipia no Sesc Itaquera!!

 

Vai ter anthotype logo mais no Sesc Belenzinho nas quartas à noite e Dustin on.

Tem mais novidades mas logo mais tiro mais fotos.

 

 

A foto acima aliás está disponível na loja Nós Lunares na Galeria Ouro fino.

@noslunares

 

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Jaqueta branca de Melville

Hoje é a pré-venda do livro de Herman Melville, Jaqueta branca pela editora Carambaia.

O projeto é do Estúdio Margem e eu entrei com a produção das capas para o livro. Foram mil cianotipias em oito desenhos de capas diferentes. Como é um processo artesanal, praticamente todas as capas são únicas.

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https://carambaia.com.br/jaqueta-branca

provavelmente terão informações sobre o processo no blog da editora e o lançamento é semana que vem.

Trabalho feito com uma enorme ajuda do Edison Angeloni e do Washington Sueto.

Sobre o processo.

já escrevi algumas vezes por aqui e no Câmera Preta, o cianotipo é um processo fotográfico a partir de sais de ferro. De todas as técnicas é o mais simples e um dos mais lentos na exposição à luz ultravioleta.

Um fator que nunca vejo em nenhum livro ou site é que o tempo de exposição dos processos varia de acordo com o papel, além do tom de azul, que por vezes tem alguma variação. No caso desses cianotipos do livro o uso da água oxigenada ajudou bastante a deixar o azul mais intenso.

Fiz testes de lavagem e exposição por mais de três meses para afirmar isso e mesmo assim o processo sempre me dá surpresas.

Outra questão importante é a quantidade de químico que o papel absorve. Alguns papéis demoram a absorver o químico então muitas vezes se chega num resultado de azul mais profundo reforçando com uma segunda camada. Para essas capas eu passei duas vezes.

Pesquisei muito sobre cianotipia e conservação. Já sabia que ele é melhor conservado em meio ácido. E se um dia ele enfraquecer o azul é só deixa-lo no escuro que ele volta. Uma característica do cianótipo que me faz refletir, pois parece que ele está sempre reagindo e se transformando.

Estava eu num azul profundo no fim de ano…

Masss..

Pro mês de março temos mais umas novidades com os cursos de cianotipia e outros processos da fotografia alternativa. (muita coisa de cianotipia em vista) Semana que vem conto tudo.

 

Dica importante: sempre use luvas e material de proteção individual.

 

 

Tempos de azul em janeiro

Fiquei de novo mais um tempo sem escrever por aqui. Entre novembro e dezembro estava numa imersão de azul profundo. Tanto que começou o curso de Cianotipia no Sesc Belenzinho e não divulguei antes, só na página Câmera Preta no facebook.

Logo mostrarei alguns resultados. Para a primeira aula fizemos fotogramas na minha pequena mala de luz. Ela passou por uma nova cirurgia e está toda bagunçada, mas logo resolverei isso.

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objetos em cima do papel para

http://www.sescsp.org.br/aulas/111339_FOTOGRAFIA+CIANOTIPIA

 

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Em Santos

 

Auto Retrato, Van Dyke e Dusting On

Estou lá em Santos sextas à noite fazendo marrom van dyke. A turma bem interessada e produzindo bastante.

Semana que vem, quinta feira começa o curso de Auto Retrato no Sesc São Caetano. A atividade é mais voltada a aulas teóricas, leitura de trabalhos e apresentação de diversas referências e reflexão sobre a identidade no auto-retrato. Os participantes produzem suas imagens e fazemos as leituras em aula. São 5 encontros iniciando dia 10 de novembro, das 19:30h a 21:30h.

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Mais informações http://www.sescsp.org.br/programacao/107365_EIS+O+QUE+SOU+O+AUTO+RETRATO

 

E mais um curso para novembro que será na Casa Ranzini de Dusting On.

Será dia 26 de novembro, das 10h às 17h com intervalo de almoço. É só um dia então quem está fora de SP consegue fazer essa atividade. Vamos fazer dois vidros 18x24cm, só precisa escolher as imagens, o material está incluso na inscrição de R$350,00. O link com mais informações e onde se inscrever está aqui http://www.imagineiro.com.br/oficina-de-impressao-em-dusting-on-com-elizabeth-lee/

São só 5 vagas!!

Algum tempo atrás contei sobre esse processo. Em 2005 foi essa técnica uma das primeiras que conheci de fotografia alternativa. Me encantei, mas todas as fórmulas que testei dos livros que tinha ao meu alcance não davam muito certo do jeito que eu queria. Eu queria lavar o dicromato da peça e quando lavava com água tudo ia embora. Eu a minha amiga Luciana ficamos pesquisando algum jeito e depois de muitos fracassos e muitas horas de laboratório, muitas noites de canseira e chegava aquele momento que não sabia bem porque eu inventei de lavar a placa, consegui um resultado bem legal. Daí ela usou a fórmula para as imagens do seu TCC, que necessitava de uma técnica com suporte transparente e passei a fórmula para o Kenji e ele ensina esse processo baseado nesses resultados.

Segue a fórmula que fizemos em 2008:

Dusting On

– 50 ml de água destilada.
– 2 gramas de gelatina.
– 10 ml de mel.
– 5 gramas de dicromato de potássio.

Aquecer a água a cerca de 43 graus para dissolver a gelatina. Misturar os ingredientes e passar na superfície (vidro, metal, porcelana..)

Secar com secador em temperatura fria e colocar um positivo para expor à luz U.V.

Para revelar utilizo um pincel bem macio. Daqueles para blush de maquiagem são ótimos. O dicromato endurece o mel exposto ao U.V. então partes não expostas grudam o pigmento.

A lavagem precisa ser realizada em água gelada.

 

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Cianotipando na Vila Mariana

Estamos firmes e fortes com as produções de cianotipia. Nos primeiros dias foi um pouco mais difícil nos acertarmos com a nova estrutura mas semana que vem voltamos a produzir algumas imagens mais.

Semana passada fomos eu a a mesa de luz para lá. O Edison me ajudou e tirou algumas fotos. Sem a ajuda dele eu não conseguiria mostrar alguns registros aqui. Arigatô!

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Eu a minha pequena

A parte novidade legal é que para esse curso ganhamos um envelope de papéis Hahnemuhle Platinum Rag, cortesia da Dina Fotográfica.

20160908_110242 eis aí o envelope! A foto vai pequena pois não ficou grandes coisas, mas o papel é realmente muito bom.

Pra mim foi bem interessante utilizar esse papel pois a gente se acostuma a adaptar produtos de outras áreas, tendo que lavar, encolar e aí o papel te responde com algumas surpresas. No entanto o Hahn (como eu costumo chamar) foi bem mais fácil de utilizar.

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cianotipos prontos para receber luz

Como lá a estrutura é adaptada, a gente sofre e entende algumas diferenças desde o começo. Minha mala U.V. funcionava bem com 10 minutos em casa. Chegando lá percebemos que ela não funcionava igual. Depois percebi que tinha a ver com o papel também. Em casa testei com papel mais fino e foi mais rápido, por isso eu teria que deixar mais tempo na mesa no local de aula.

Essas coisas só acontecem quando é um ambiente diferente do que estamos acostumados. E valeu como experiência, pois até então não tinha percebido necessidade de tempos diferentes de acordo com o tipo do papel.

Chegando em casa fui fazer um teste e era isso mesmo. Deixei um Filiperson 90g e um Fine Face 140g ao sol. O Filiperson funcionou bem com o tempo que sempre deixo, mas o Fine Face (é um papel de desenho) sumiu inteirinho. Antes de acreditar que ele não serviria, pois eu já tinha usado ele e sabia que funcionava, deixei com mais tempo de exposição ao sol e ele ficou lindão. Na verdade eu recomendo esses papéis para quem está começando a utilizar esses processos porque são baratos, mas gosto mais dos papéis de gravura e aquarela. A diferença é que esses papéis demandam mais preparo inicial.

A vantagem do Platinum é que o tempo de exposição não foi muito maior e não requer preparo.

Com esse novo papel aproveitei para fazer testes que faz tempo estava ensaiando e comecei a fazer uma pesquisa maior relacionada a lâmpadas.

Eu compro um monte de papéis para ficar testando, logo mais postarei os resultados que fiz até agora. Até para o anthotype o Rag deu cor mais intensa ao sumo. (isso logo mais, logo mais eu mostrarei)

Eu logo mais também terei o papel para revenda e esse mês volto a montar os kits de fotografia alternativa / processos históricos. E ainda vai ter mais novidade em relação a esses produtos. Resolvi montar esses kit porque queria tornar mais acessível, mas ainda preciso rever embalagens, ainda não achei o que me agradasse.

Antes que me esqueça, essa atividade no Vila Mariana está ligada a expo do Arno Rafael, vale a pena visitar a expo dele. Tive a oportunidade de ser ouvinte no workshop dele e o jeito como ele analisa o trabalho do pessoal foi muito inspirador. Ainda preciso aprender muita coisa… mas não porque era ele. Muito do modo como ele analisou os portfólios me lembrou muitos professores que tive e lembro das aulas sempre com muito carinho.

E mês passado estive no Foco crítico com o Guilherme Maranhão e Fausto Chermont, quem quiser dar uma espiada lá no periscope https://www.periscope.tv/w/1YqJDbgopZNKV

Santos, Vila Mariana e Pompéia

 

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Material fotográfico da aula de Campinas

Esse semestre teremos algumas atividades de processos alternativos espalhados por SP.

Em breve teremos mais.

 

Mas por enquanto está assim:

Sesc Santos – Antotipia

Sextas feiras – 12 de agosto a 02 de setembro – 19h a 22h

 

Sesc Santos – Cianotipia

Sextas feiras – 23 de setembro a 14 de outubro – 19h a 22h

 

Sesc Santos – Van Dyke

Sextas feiras – 28 de outubro a 18 de novembro – 19h a 22h

 

Sesc Vila Mariana – Cianotipia

Quartas feiras – 17, 24 e 31 de agosto e 14 e 21 de setembro das 19:30h a 21:30h

 

Sesc Pompéia – Curso Regular de Processos Históricos

Quartas feiras – 14 de setembro a 14 de dezembro – 10h a 13h  – 12 encontros

 

Em breve provavelmente teremos mais outros cursos em outros espaços bonitos.

Desculpem o post curto, o resfriado está castigando um pouco agora, além do que tenho colocado mais atividades e fotos na página Câmera Preta no facebook já que é a página onde eu e o Edison colocamos nossas atividades , tanto em conjunto quanto individual, até aceitei criar um instagram (!!!) @camerapreta

São tantas contas que não sei como lidar com isso.

Mas a gente que faz aula, pesquisa, faz foto, paga conta, tenta escrever um projeto de mestrado e faz a própria divulgação, tem que aprender a vincular tudo isso, estou tentando.

E ainda teremos mais novidades!!!